Ministério da Cultura e Turismo

EMBAIXADOR DA INDONÉSIA VISITA O ISArC

O Embaixador da Indonésia em Moçambique procedeu, hoje, 15 de Janeiro, a uma visita ao Instituto Superior de Artes e Cultura (ISArC), com o objectivo de conhecer a instituição e identificar áreas de interesse para cooperação.Num encontro com o Director-Geral do ISArC, seus adjuntos e Directores de Faculdades, o Embaixador da Indonésia em Moçambique, Herry […]

O Embaixador da Indonésia em Moçambique procedeu, hoje, 15 de Janeiro, a uma visita ao Instituto Superior de Artes e Cultura (ISArC), com o objectivo de conhecer a instituição e identificar áreas de interesse para cooperação.
Num encontro com o Director-Geral do ISArC, seus adjuntos e Directores de Faculdades, o Embaixador da Indonésia em Moçambique, Herry Sudradjat, disse que o ISArC é a primeira instituição que visita, desde a entrega de cartas credenciais ao Chefe do Estado, no mês passado, porque entende ser importante desenvolver relações de povo para povo, pois estas são mais duradouras, fortes e permanentes.
O Embaixador disse ainda que Moçambique e a Indonésia, apesar de distantes, são próximos, separados apenas pelo Oceano Índico. “Poucos moçambicanos estão familiarizados com a cultura da Indonésia, mas também poucos indonésios conhecem a cultura moçambicana, daí que a nossa prioridade é fortalecer as relações, sobretudo culturais, entre os dois países, e o ISArC tem grande potencial para colaborar connosco na materialização desse objectivo”, sublinhou o diplomata.
Na ocasião, o Director-Geral do ISArC, Prof. Doutor Filimone Meigos, citando Kwame Nkrumah, um dos participantes da Conferência de Bandung, disse: “que a base da nossa relação seja ‘não olharmos nem à esquerda nem à direita, mas sim olharmos para frente’”. Continuando, explicou: “olharmos para frente significa nós cumprirmos com as nossas obrigações, no nosso caso, de formação de técnicos de nível superior com qualidade, e penso que nessa base de não-alinhamento, podemos potenciar essa hipótese de trabalho, para fazermos coisas conjuntas, numa parceria ‘win-win’, recuperando o pensamento da Conferência de Bandung e avançarmos, o que significa levarmos a cabo o nosso sonho de formar um campo artístico-cultural com o saber fazer, saber estar e reflectir”.







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